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Porto Fátima – 6.ª etapa
Até à próxima etapa!

Desta vez o nosso périplo, rigorosamente iniciado às 7.30h de cada quinze dias, na Fonte das Sete Bicas, teve prematuramente uma breve paragem técnica na bomba de gasolina da GALP na circunvalação. Contudo, dois minutos depois da hora marcada, as três meninas do banco traseiro do autocarro chegariam ao ponto de partida.

A viagem inicia-se como habitualmente de camioneta, e, entre uns cumprimentos apressados de bons dias, somos sempre alegremente recebidos tanto pela equipa organizadora como pelos demais caminheiros.

A viagem é longa, pelo que alguns aproveitam a mesma, para tentar por o sono em dia. No grupo do banco de trás, este descanso revela-se impossível. Há muito para conversar: sobre as últimas caminhadas, sobre as próximas férias e sobre outros assuntos que neste momento «não vem ao caso»…!!! Os de trás desafiam os da frente, e às páginas tantas ninguém sabe sobre quê ou com quem estamos a falar.

Às 9.01h chegámos a Coimbra. Parámos na confeitaria Palmeira para tomar o pequeno-almoço. Pese embora o bom aspecto das iguarias apresentadas na vitrina, a verdade é que o frugal pão-de-água, viria a revelar-se uma espécie de sêmea, cujo preço estaria equiparado a uma qualquer iguaria local. Bom, pelo menos não nos pudemos queixar do tamanho do pão, pois a outra metade ainda hoje permanece na minha mochila para o próximo lanche.
O grupo é grande, e a funcionária da confeitaria mostra-se pouco simpática na forma como nos recebe.

Matada a fome, o grupo começa então a caminhada e dirige-se ao Convento de Sta. Clara para a habitual foto de grupo. A Rosa Maria faz a primeira foto, e eu, apressadamente, tento fazer a segunda, sem sucesso (sobre este ponto, devo dizer que já apresentei uma reclamação formal à Apple pelo facto de não me avisarem da “falta de rolo”). Continuámos caminhando e fizemos uma breve paragem para tirar uma fotografia no Portugal dos Pequenitos, local muito apreciado pelos mais novos, mas, dada a hora, se encontrava ainda encerrado.

A caminhada inicia-se, e somos logo confrontados com uma subida acentuada; logo, o pequeno-almoço ficou por ali…

Foi sempre a subir, ou, na perspectiva do copo meio cheio, «a descer até lá em cima». Entre as queixas de uns e as gargalhadas de outros, a viagem foi-se fazendo.

Uma parte substancial do trajecto faz-se por estrada, o que leva o grupo a dividir-se de forma a que seja mais segura a nossa visibilidade junto dos automobilistas.

A caminhada segue pelo município de Outeiro Negro, e a paisagem aqui é mais rural:

Entre campos verdejantes com plantações de oliveiras, existem muitos quintais com árvores de fruto: limoeiros, laranjeiras, laranjeiras e limoeiros. É de referir que existe uma espécie rara de limões gigantes, nunca antes vista (nem mesmo pelo Goucha)!!!

O grupo faz, entretanto, mais uma paragem técnica em Cernache, numa confeitaria local, para abastecer e “desabastecer”. Dada a proximidade da hora de almoço, alguns caminhantes confundem-na e então abastecem-se de “mínis”. Apercebendo-se do equívoco, apressam-se a beber e a juntar-se ao grupo, que, entretanto, recomeçara a caminhar.

Seguimos por aldeias e vilas com nomes invulgares (“orelhudo”) e casas com decorações curiosas (possivelmente inspiradas numa personagem de Jorge Amado – Glorinha).

O almoço (agora, sim!) tem lugar à porta na Associação Recreativa da Avessada, sim!, por esta encontrava-se fechada! O grupo aproveita para descansar e repastar-se com as merendas: faltou um lugar onde pudéssemos beber umas mínis e tomar um café…

Seguimos então rumo ao nosso destino: Conimbriga! Chegámos às 13.50h ao Museu Etnográfico e aproveitámos para tomar o dito café após almoço. Revelou-se tarefa difícil, pois a nós juntou-se um outro grupo de caminhantes que já estava havia algumas horas à espera de almoço.

E pronto!, a nossa camioneta já estava à nossa espera, pelo que por volta das 14.30h regressámos ao Porto, desta vez com vontade de caminhar mais um bocadinho…

Até à próxima etapa!

Por Isabel Nunes, 14-05-2023




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