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Grande Rota das Montanhas Mágicas – 5.ª etapa
O Outono começava a mostrar-se

O Outono começava a mostrar-se: dia frio, este 22 de Novembro!

Eram 7h e todo o grupo já se encontrava dentro do autocarro, nas Sete Bicas como habitualmente, pronto para mais uma etapa, a que foi nomeada como n.º 5 da Grande Rota das Montanhas Mágicas.

Antes de arrancarmos, tivemos uma novidade, com o nosso motorista a fazer-se apresentar e a desejar uma boa caminhada a todos. Iniciada a viagem, rapidamente chegámos a Arouca, onde foi efectuada uma paragem para pequeno-almoço e café.

Regressámos ao autocarro para o que restava da viagem em direcção à Fraguinha, local de início da caminhada. A nossa team leader informou que tínhamos um caminheiro que veio expressamente da Madeira para connosco fazer esta etapa. Também se cantaram os parabéns às duas aniversariantes da última quinzena, e foi lida a crónica da etapa anterior.

Chegados à Fraguinha, foi feita a habitual foto de grupo de início de etapa, e os vinte caminheiros iniciaram a aventura deste dia. Seguimos por estradão com alguma pedra solta e com geada formada durante a noite, e rapidamente alcançámos o Parque Eólico de Arada-Montemuro e os seus aerogeradores, em plena serra da Arada.

Descemos em direcção a Vilarinho e encontrámos muitas uvas ainda penduradas nas ramadas que alguns aproveitaram para petiscar. Já em Vilarinho, paragem para a habitual «hora da banana». O nosso companheiro madeirense, soubesse ou não deste ritual do grupo, contribuiu para este momento com umas quantas bananas – madeirenses, pois claro!

Por calçadas e pontes, a fazer lembrar os romanos, e mais estradões de alcatrão, o dia prosseguiu; e depois de passarmos por Lageal, chegámos a Manhouce. Apreciadas e fotografadas algumas quadras populares imortalizadas em azulejos, era tempo de parar no café Ouressa, onde à sombra de uma figueira, já sem os seus apreciados frutos para desilusão de alguns, aproveitámos para desfrutar do nosso almoço volante. O café estava garantido!

Pausa para almoço concluída, pés ao caminho, que ainda estávamos a cerca de metade do nosso objectivo. Apanhámos alguns trilhos florestais, passámos por Agualva e seguimos por novo trilho florestal na descida até Lomba. Este último era muito técnico e com pendentes bastantes inclinadas.

Superada esta dificuldade com maior ou menor esforço, passámos por Lomba e continuámos por Macieiras. Estava quase cumprido o objectivo desta jornada, e um pouco mais à frente, e após mais uma subida, encontrámos um local onde o autocarro podia chegar sem grandes constrangimentos de acesso, algures entre Cabrum e Paraduça, e assim estávamos prontos para iniciar a viagem de regresso ao Porto.

Ainda houve tempo para que as já referidas duas aniversariantes brindassem todo o grupo com algo doce.

Estava assim concluída mais uma etapa do GR 60, mais uma vez com paisagens deslumbrantes e onde também, como vem sendo habitual, imperou a boa-disposição de todo o grupo.

Por Manuel Vieira da Silva, 18-2-2026




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