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Grande Rota das Montanhas Mágicas – 2.ª etapa
Bem cedo prontos para nova etapa

Nesta etapa, o percurso previsto era de 30 km, e foi esse o motivo que levou a organização a antecipar a hora da partida.

Assim, às 7.00h estavam os caminheiros nas Sete Bicas, em Matosinhos, prontos para nova etapa.

Como o Café da Gralheira fechou as portas no final da etapa anterior (Cinfães-Gralheira), a organização “reservou” o pequeno-almoço na pastelaria Anjo Doce, em Soalhães, Marco de Canaveses.

Reconfortados com um bom pequeno-almoço, regressámos às estradas estreitas e sinuosas, e cantámos os parabéns à Célia e à Ana (aniversariantes do dia) e ao Cardoso, cujo aniversário ocorrera uns dias antes.

Após quase 3 horas de viagem e depois de muitas voltas, chegámos à aldeia da Gralheira, que é uma das mais isoladas e mais altas de Portugal.

Como é habitual tirámos mais a “foto da praxe”, junto ao restaurante Recanto do Carvalho. Aí, iniciámos a caminhada, pela estrada, em direcção às aldeias de Rossão e Campo Benfeito. Depois seguimos por trilhos de montanha, passando ao lado do Penedo do Nuno, e descemos até à aldeia do Mezio, onde parámos para o merecido almoço.

O local escolhido foi o lavadouro público, mais conhecido como “Facebook” de antigamente. No final do repasto, tivemos café, oferecido por uma nova caminheira, que o transportou em garrafa-termos às costas. Foi tão simpática, que ainda ofereceu uns chocolates…

Antes de retomar à etapa, o autocarro deu boleia a uma caminheira cansada e com poucas forças para prosseguir.

O percurso continuou em trilho de montanha e sem qualquer manutenção pelas autarquias locais, sendo mesmo necessário abrir caminho no meio da vegetação.

Passámos pela povoação de Moura Morta, cujo nome, segundo reza uma das lendas, se liga à morte de uma moura que se dirigia à aldeia de Mazes, no tempo dos conflitos entre cristãos e muçulmanos. A referida moura foi impedida de prosseguir e morta por um grupo de rapazes nesses conflitos.

Depois tivemos uma subida íngreme até à aldeia de Vilar. Aí, descemos para o rio Vidoeiro, que tivemos de atravessar saltando de pedra em pedra. Continuámos a caminhar e chegámos a um cruzamento, onde a seta indicativa da rota GR 60 estava partida, e a da rota GR 52 aparecia com as cores da nossa rota. Na dúvida, alguém telefonou à team leader para saber o caminho correcto.

Entretanto, a nossa informática Célia ligou o seu GPS e indicou-nos a trilha correcta por um bonito caminho junto ao rio e à cascata de Pombeiro, o que não aconteceu com os primeiros caminheiros. A rapidez nem sempre é boa conselheira…

Nas proximidades da aldeia de Lamelas de Lá, o grupo juntou-se e terminámos a caminhada em Lamelas de Cá, a cerca de 3 km de Castro Daire.

Os caminheiros estavam cansados e com os pés muito maltratados pelos pisos pedregosos e irregulares percorridos.

Finalmente junto da igreja e antes de regressar ao Porto pela autoestrada, os 3 aniversariantes ainda nos ofertaram um lanche maravilhoso.

Por Maria Lurdes Teixeira, 16-2-2026




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