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A arte do Azulejo
Na Fundação Calouste Gulbenkian

Se a produção portuguesa de azulejos é por demais conhecida, e uma evidência no nosso quotidiano citadino, é verdade que pouco conhecemos da arte cerâmica de outros centros igualmente importantes, na Europa, no Norte de África, no Oriente…

Sim! Ao contrário do que muitos pensam, o revestimento de superfícies arquitectónicas com placas de cerâmica vidrada e pintada não é um exclusivo português, embora aqui tivesse de facto conhecido uma dimensão invulgar e bastante original.

É a difusão, em três continentes, desta moda decorativa que a exposição patente na Fundação Calouste Gulbenkian pretende mostrar, dando não só uma ampla perspectiva geográfica do fenómeno como também um consistente panorama cronológico, fazendo remontar os mais antigos exemplares conhecidos ao Antigo Egipto e aos grandes palácios babilónicos.

Longe de moribunda, a arte do azulejo continua hoje bem viva, o que também fica provado nesta magnífica mostra; artistas contemporâneos permanecem fiéis à técnica e à intenção decorativa daquelas plaquinhas tão simples, mas capazes, como lembra o título, de dar uma dimensão inédita ao Brilho das Cidades.

Por Miguel Soromenho, 22-02-2014




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