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Encontro de reformados na Galiza
Descobrimos os segredos da Galiza

Saímos às 7h, do ponto de encontro junto ao Jardim Zoológico, conforme com o programa. Parámos logo a seguir na área de serviço de Santarém para que o pessoal pudesse tomar o pequeno-almoço e saímos 20 minutos depois para ir almoçar a Valença, num percurso tantas vezes feito, mas sempre diferente, quando se viaja sem ir a conduzir, porque prestamos outra atenção à envolvente.

Após mais uma paragem obrigatória para cumprir os regulamentos rodoviários, lá fomos em busca do almoço, que já tardava. No entanto, uma arreliadora avaria estava à espreita e estragou a festa que se antevia.

Depois do almoço no restaurante Coroa Verde, rumámos a Pontevedra, já num outro autocarro entretanto chegado, onde fizemos um tour pedestre para reconhecimento do núcleo mais velho desta cidade com mais de 80 000 habitantes. Continuámos para o Hotel Scala, em Padrón; check-in, jantar e alojamento.

Ao segundo dia foi levantar cedo, seguir para as rias baixas, em Combarro, com visita aos espigueiros e aos aparatos da pesca e continuar para a ilha de Tambo, passando para Sanxenxo e Porto Novo, onde visitámos as instalações desactivadas da fábrica de sabonetes La Toja.

Daí rumámos para Grove, onde nos banqueteámos com uma excelente mariscada e tivemos oportunidade de fazer um passeio de barco pelas rias, numa visita até uma das muitas plataformas de marisco, mexilhões, vieiras e ostras, em que as rias baixas são ricas, com uma prova de mexilhão ao natural, aberto na altura.

No regresso ao hotel passámos por Vila Garcia, e em Padrón visitámos a Igreja de Santiago, que faz parte do caminho português de Santiago.

No dia seguinte, bem cedo, manhã com chuva; saímos para o cabo Finisterra com paragem técnica em Muxía, para visita à igreja junto do farol do cabo Villano. Entretanto o tempo mudou para um excelente dia de Outono e a visita ao cabo Finisterra fez-se com grande normalidade. Prosseguimos para Muros, onde, após uma breve visita, seguimos para Noia e para o hotel em Padrón pela via da costa.

O hotel revelou-se acertado, porque estava sempre a meio caminho de tudo. Ao quarto dia do encontro saímos um pouco mais tarde sem chuva, a caminho da Corunha, onde realizámos um tour para conhecimento da cidade, após o que visitámos o aquário – onde ficámos amigos dos tubarões e das focas que conhecemos na sua hora de almoço.

Logo após, visitámos o Museu do Homem, um espaço interactivo onde os miúdos se divertem e os adultos entendem melhor como funciona o corpo humano… e a mente. A seguir, após o almoço, continuámos para Betanzos, onde fizemos a habitual ronda pelos monumentos da cidade – e daí saímos para Padrón, onde tínhamos o jantar marcado numa casa peculiar, o Fogar de Santiso, com música e uma queimada, com o esconjuro das bruxas e do demónio.

No último dia saímos para Santiago de Compostela, terra de peregrinos, onde fizemos o percurso habitual: catedral, hospital, comércio e afins, e após o almoço no restaurante San Jaime, regressámos a Portugal, respeitando as necessárias paragens técnicas. Chegámos, preocupados com as notícias que davam conta do agravamento de condições meteorológicas muito adversas.

Por Maria Silva, 2-11-2018




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